SEU SOM EM IMAGEM
Visualizador de áudio: bom. Um lançamento inteiro: melhor.
Procurando um visualizador de áudio para vestir sua faixa? É um bom começo — e é exatamente o tipo de conteúdo que a TuneSprint gera pra você. Só que a gente não para aí: a gente faz o lançamento inteiro.
Pegar minha vaga entre os 100 primeiros−30 % no seu primeiro lançamento
RENDER REAL — EDIÇÃO AUTO, NO RITMO DO BEAT
O essencial, direto
- Um visualizador de áudio transforma sua faixa em imagem que mexe: ondas, formas, uma capa animada que reage ao som. É o que substitui o quadrado preto depois que sua faixa está no ar.
- Ele segura quem já está te ouvindo — não vai buscar quem ainda não te conhece. Pra isso é preciso conteúdo que conte algo: planos, um personagem, a letra na tela.
- São necessários dois formatos, não um: **16:9** para a faixa inteira no YouTube, e **9:16** para os vídeos curtos que saem no YouTube, Instagram e TikTok.
Renders reais, não promessas
Trechos de campanhas reais geradas pelo TuneSprint.
Como a TuneSprint fabrica seu visualizador
- 01
Seu áudio entra
Sua faixa pronta em MP3 ou WAV, mais sua letra. A energia, o refrão e o clima são detectados.
- 02
Seus visuais saem
Um vídeo completo em 16:9 e 30 vídeos curtos em 9:16, com a sua identidade — não um modelo genérico.
- 03
E vai pro ar
No YouTube, Instagram e TikTok, nunca mais de um vídeo curto por dia por rede.
O que um visualizador faz de verdade — e o que não faz
Um visualizador transforma seu áudio em imagem em movimento: uma onda que pulsa, formas que seguem o grave, uma capa que respira. Numa plataforma de vídeo, ele substitui a tela parada que faz o povo passar direto. Num feed, dá o que olhar enquanto se escuta.
Mas o limite dele merece ser dito na lata: um visualizador segura quem já está ouvindo, ele não vai buscar quem não te conhece. Uma onda que mexe não tem nada a contar — é enchimento bonito. Pra descoberta é preciso planos que se encadeiam, um rosto, uma história, a letra na tela. Esse é o trabalho dos vídeos verticais curtos, não do visualizador.
Os dois servem, em momentos diferentes. O visualizador veste a escuta. O conteúdo narrativo leva gente até ela.
Dois formatos, três redes — um render só não resolve
O erro mais comum é fabricar um visual e jogar em tudo quanto é lugar. Mas horizontal e vertical não fazem o mesmo trabalho. O 16:9 carrega a faixa inteira: é o formato do vídeo completo, aquele que se assiste depois de já ter decidido ouvir. O 9:16 preenche a tela do celular dentro de um feed: é o formato da descoberta, onde tudo se decide no primeiro segundo.
O YouTube aceita os dois — o vídeo completo em 16:9 e os curtos em 9:16. Instagram e TikTok só aceitam vertical. Um render horizontal recortado na pressa pra vertical se percebe na hora: o sujeito acaba cortado e o ritmo do corte deixa de bater.
Por isso seu lançamento leva um vídeo completo e 30 curtos, cada um produzido no enquadramento dele em vez de um arquivo esticado pra quatro lugares. Se sua faixa ainda nem existe, comece por criar a música com IA.
Sem software, sem timeline, sem assinatura
Fazer um visualizador na mão significa aprender um editor, ajustar parâmetros de reatividade ao áudio, exportar o formato certo pra cada rede e começar tudo de novo a cada lançamento. A maioria dos artistas desiste na segunda faixa — não por falta de talento, por falta de hora no dia.
Na TuneSprint você sobe sua faixa e sua letra, e os visuais saem nos formatos certos. Você paga sua campanha uma vez: um vídeo longo e 30 curtos, publicados em três redes a um por dia, para uma faixa. Sem assinatura, sem créditos.
E nada vai pro ar sem a sua aprovação: você vê cada peça antes de ela sair.
O que cada formato pede
Referências de produção. São ordens de grandeza úteis, não regras gravadas: as plataformas mexem nas specs com frequência.
→ deslize a tabela
| Formato | Dimensões | Duração | Onde vai | A pegadinha |
|---|---|---|---|---|
| Vídeo completo 16:9 | 1920 × 1080 | até 4 min | YouTube | A imagem parada: uma tela congelada perde o povo em segundos |
| Vídeo curto 9:16 | 1080 × 1920 | 15 a 30 s | YouTube, Instagram, TikTok | Sem letra: muita gente assiste sem som na primeira passada |
| Capa animada 1:1 | 1080 × 1080 | 5 a 15 s | uso livre | Texto pequeno demais quando vira miniatura |
O vertical não se deduz do horizontal recortando: o sujeito composto pra um enquadramento largo acaba cortado, e o ritmo do corte deixa de bater.
Fazer um visualizador que se sustenta, passo a passo
Quatro decisões. O resto é execução.
Decida o que a imagem segue
O grave, a voz ou o andamento geral. Um visualizador que reage a tudo não reage a nada: a imagem treme sem parar e o olho desliga. Escolha um elemento da faixa e deixe a imagem seguir ele.
Trave o formato ANTES de produzir
16:9 pro vídeo completo, 9:16 pros curtos. Decidir depois é recortar — e recortar é cortar o sujeito.
Deixe legível sem som
Nome da faixa, nome do artista, a letra se tiver. Quem cair ali no mudo precisa saber o que está vendo em um segundo.
Deixe ar nas bordas
Nos formatos verticais, as interfaces cobrem a parte de cima e de baixo da tela. Tudo que importa — rosto, texto, logo — precisa ficar centralizado.
Os erros que mais custam
Achar que um visualizador faz gente te descobrir
Ele segura, não recruta. Sem conteúdo narrativo do lado, seu lançamento só aparece pra quem já te segue.
Recortar um render horizontal pra vertical
O sujeito acaba cortado e o movimento não cai mais onde deveria. Cada formato se produz no enquadramento dele.
Esquecer o texto
Sem nome da faixa nem do artista, um visualizador mudo não diz de que música se trata. A pessoa curte e depois não tem como te achar.
Publicar tudo no mesmo dia
Trinta vídeos de uma vez satura seu público e embaralha o sinal. Um por dia por rede segura a atenção e deixa ver o que funciona.
Fazer sozinho, um «video maker», ou um estúdio de lançamento
TuneSprint
- Os vídeos
- O desdobramento completo, sincronizado com sua letra
- O plano
- O calendário do seu lançamento, da prévia à manutenção
- A publicação
- Automática, no formato e na hora certos
- As métricas
- O que engaja, post por post
- O modelo
- Pago uma vez, por lançamento
Gerador de clipes
- Os vídeos
- Um arquivo, e se vira
- O plano
- Nenhum
- A publicação
- Você, de novo
- As métricas
- Nenhuma
- O modelo
- Assinatura + créditos
Tudo sozinho
- Os vídeos
- Semanas de edição
- O plano
- No feeling
- A publicação
- Cada post na mão
- As métricas
- Números espalhados
- O modelo
- Seu tempo livre
O QUE VOCÊ RECEBE
1 clipe completo + 30 shorts
- Um clipe de até 4 minutos, feito a partir da sua faixa
- 30 shorts sincronizados com sua letra, publicados no YouTube, TikTok e Instagram
- Nunca mais de um short por dia, por plataforma — a gente faz sua conta crescer, não queima ela
- Nada sai sem você aprovar. Um pagamento, sem assinatura.
Les 100 premiers — −30 %
273 €390 €
no seu primeiro lançamento
Pegar meu lugar entre os 100 primeirosSem cartão hoje — ainda não abrimos.
Perguntas frequentes
Quais formatos de visualizador vocês geram?
Um vídeo completo em 16:9 de até 4 minutos, e 30 vídeos curtos em 9:16 sincronizados com sua letra. Cada formato é produzido no enquadramento dele, não recortado de outro.
Qual a diferença entre visualizador e videoclipe?
Um visualizador reage ao som: ondas, formas, uma capa que pulsa. Ele veste a escuta. Um videoclipe conta algo: planos que se encadeiam, um personagem, um lugar. O visualizador segura quem já ouve, o clipe vai buscar quem não te conhece. Os dois servem, em momentos diferentes.
Em quais redes isso vai pro ar?
YouTube, Instagram e TikTok. O vídeo completo em 16:9 vai pro YouTube; os 30 vídeos curtos em 9:16 se dividem entre as três, nunca mais de um por dia por rede — a gente faz suas contas crescerem, não queima elas.
Consigo manter minha identidade visual?
Sim: cores, clima, elementos de assinatura. Seu DNA visual é aplicado no lançamento inteiro pra que seu feed fique coerente de uma peça pra outra.
Quais arquivos eu subo?
Sua faixa pronta em MP3 ou WAV, e sua letra. É tudo que a gente precisa. Subir suas próprias imagens e vídeos não está disponível hoje.
Como é gerado?
Por geração de vídeo com IA, guiada pela análise da sua faixa: andamento, estrutura, refrão, clima. A gente diz isso na lata em vez de deixar você achar que teve filmagem. E você aprova cada peça antes de ir pro ar.
De quem são os vídeos?
Seus, por completo. O clipe, os shorts, os visuais: são seus e você pode usar comercialmente, em qualquer plataforma, sem nos pagar nada depois. A gente não pega direitos sobre sua música, nem porcentagem da sua receita, e não reivindica nada sobre o que o motor constrói a partir da sua faixa. O TuneSprint é uma ferramenta que você paga uma vez, não uma gravadora.
Eu aprovo antes de publicar?
Sim, e isso não se negocia. Cada conteúdo espera sua aprovação antes de ir ao ar. Você pode remover um, pedir outro render ou reescrever uma legenda. Nada é publicado nas suas contas sem você ter visto e aprovado — nem o clipe, nem um único short.
Minha música é usada para treinar uma IA?
Não. Seu arquivo de áudio serve para uma coisa só: analisar sua faixa — andamento, estrutura, refrão, letra — para construir o SEU lançamento. Ele não alimenta treinamento de modelo, não é revendido, não é compartilhado. Você pode pedir para apagar quando quiser.
Posso monetizar um vídeo feito com uma faixa de IA?
Depende da ferramenta com que você fez a música e do plano que tinha. No Suno, por exemplo, as condições não são iguais no grátis e no pago — confira as suas antes de publicar. Do lado das plataformas: o YouTube pode aplicar Content ID se sua faixa se parecer com uma obra registrada, e pede para declarar conteúdo gerado por IA; Spotify e as outras seguem regras parecidas. A gente publica o que você tem direito de publicar — a parte do vídeo é sua sem ressalvas.
Para de postar quadrado preto
Estamos abrindo em pequenos grupos para manter a qualidade. Deixe seu email: você entra primeiro — e verá seu plano de campanha antes de pagar qualquer coisa.
Pegar minha vaga entre os 100 primeiros−30 % no seu primeiro lançamento